Enviado por bardo em 5. Maio 2011 - 0:49
O amor é alucinógeno
Via tudo diferente com você
Era só fechar os olhos
Só você podia me entorpecer
Não existe indício de qualquer razão
Por que que meus dias e noites parecem em vão?
Ainda lembro do primeiro dia
O início é sempre sensacional
O tempo passa e que fria!
Preciso de você pra ficar legal
Não existe indício de qualquer razão
Por que que meus dias e noites parecem em vão?
Não existe indício de qualquer razão
Se insisto em você: meu vício sem solução
Eu já não durmo
Eu já não sinto mais o chão
Não tolero ninguém perto
Me falta respiração
E eu caio! Sem você
Eu caio! Sem você
Eu caio! Sem você
Eu caio!
(vozes)
Quem sou eu?
O que estou fazendo aqui?
Calma, você vai ficar bem
Estou doente?
Foi só um delírio. Vai passar...
Enviado por bardo em 21. Março 2011 - 12:52
Ei você
que passa aí do lado,
não me olhe assustado:
é com você que eu tou falando
Ei, então,
quase sempre alguém fala
você sempre vira a cara
e finge que não quer saber
Mas se o mundo está ruim é por você
Se o Governou robou, você votou
Se o crime aumentou, você plantou
o preconceito
Ei você
que vai pro seu trabalho
fecha o vidro do carro
pra não ouvir a consciência
Ei, então,
sai com raiva de tudo
descontando em todo mundo
as frustrações que construiu
Mas se o munto está ruim é por você
Se hoje existem sombras, você fez a luz
Se não falam contigo, você que negou
o "Bom dia"
Não temos super-homem: só você e eu
Um futuro melhor não vai cair do céu
A Humanidade passa com sua caixa de contribuições
São só dez centavos
Do seu tempo
E de boa vontade
São só dez centavos
Pra ajudar a Humanidade
A não morrer de Fome
São só dez centavos
Eu sei que você tem
Se você quiser
Não é tão difícil assim
A Humanidade agora está
Passando o chapéu
Pra quem quiser ajudar
Ela gosta daqui
E o Planeta já disse
Que se não pagar
Ela vai ter que sair
São só dez centavos
São só dez centavos
São só dez centavos
Dez centavos bastam
se todos ajudarem
(São só dez centavos)
-- Cárlisson Galdino
Enviado por bardo em 15. Março 2011 - 7:14
E o Selton Mello
Leléu das moças
É de uma igreja muito mais legal
Adventista
Pregando sempre a fé
No corpo glorioso da mulher
Ana de Holanda
Caiu no MinC
Para atender um grupo internacional
Mente querendo
Jogar na lama
Todo aquele trabalho do genial
Gilberto Gil
Hacker artista
Já é dinossauro, mas sempre atual
Já vem chegando
Com seus falsetes
E seu talento contra o mundo mal
O Biribinha
Grande palhaço
No bom sentido: é sua profissão
Chegou na Globo
Pra levar riso
A muita gente de toda a nação
José Orlando
Façam silêncio que
José Orlando agora vai cantar
Pra animar vocês
O andarilho vem
José Orlando agora vai cantar
E o Silvio Santos, sei
Que ele é bacana
Sei que não vai querer me processar
Por eu ter feito
Essa paródia
Mas só por precaução eu vou parar!
-- Cárlisson Galdino
Enviado por bardo em 26. Janeiro 2011 - 18:29
Vivemos numa cidade pequena
De história e tradição
Tradição é um time de futebol
E a história é o que passa na televisão
Vivemos numa cidade pequena
Que não se importa se a cultura faltar
E se você quiser fazer alguma coisa
Certamente alguém vai falar
"Eu faria melhor!
Eu faria melhor que você!
Porque nessa cidade nada mais tem valor!"
Pra fazer uma banda de rock
É ruim ter trabalho autoral
Pois se a cidade não tem valor
Imitar o de fora é que é "mais moral"
Vivemos numa cidade pequena
E o espaço parece encolher
O egoísmo faz sumir ajuda
Mas sempre há alguém pra dizer
"Eu faria melhor!
Eu faria melhor que você!
Porque nessa cidade nada mais tem valor!"
Enviado por bardo em 6. Janeiro 2011 - 10:23
Eu me esforçava pra lembrar qual era a canção
E aqueles olhos de menina me diziam:
Hei, me deixa em paz!
Não é que não queira mais
Mas dá um tempo também!
E o seu boné vermelho ainda está aqui
Na estante ao lado do Dan Brown que nunca li
Hei, menina, nem sempre as coisas são normais
Nem sempre há o que correr atrás
Nem sempre há paz
Nem sempre há um final de história depois dos comerciais
Havia torta de limão na padaria
Naquele dia que a gente se encontrou
Depois um show, "cê vai? eu vou!"
Então não demora!
E aí? Como estou?
E até hoje ainda perguntam pela mina do iPod
Eu digo: é, sei lá, passou, tudo bem
Não vou falar daquele dia lá na estação
Nem lembro mais o que te prometi em abril
Você insiste com essa história daquela canção
E eu sei que esse romance era exclusivo seu
Ontem lembrei - e faz um ano que já nem sei mais
Por onde anda, se ainda está viva, sei lá...
Hei, menina, nem sempre as coisas são normais
Nem sempre há o que correr atrás
Nem sempre há paz
Nem sempre há um final de história depois dos comerciais
Nosso amor era um quiz? Eu perdi um milhão
Mas você trapaceia, contadora de poker!
Não se bota a culpa em uma canção
Que eu nunca ouvi...
Enviado por bardo em 17. Dezembro 2010 - 17:40
Se o perigo está solto, nada vai nos salvar
Já é velho o que foi novo, o que é novo não há
Pra que pedir socorro? Ninguém vai te ajudar
Se o perigo está solto, anda em todo lugar
Viver num ninho de cobras
Viver num ninho de cobras
Viver num ninho de cobras
Viver num ninho
Se o sentido está torto, foi alguém que entortou
Quem tem coragem é porco, covardes não têm valor
Se o mundo é só dos loucos, louco é quem não endoidou
Se Deus é a voz do povo, Deus já nos condenou
Viver num ninho de cobras
Viver num ninho de cobras
Viver num ninho de cobras
Viver num ninho
Enviado por bardo em 30. Novembro 2010 - 22:27
Não tenha medo, amor
É cedo pra desistir
Tudo o que já passou, passou...
Não tenha medo, amor
Nada mais importa
Nessa vida além da nossa
Vida de felicidade
Eu sei que esse amor
É um penhasco, é vertical
Não olhe para baixo, amor
Não tenha medo, amor
Não olhe, pois se olha
A gente nota que a nossa
Queda lá já começou!
Quando é que começou?
Quem vai saber, não lembro mais
Dois abraçados em queda
Não adianta olhar pra trás
De que serve o pavor de ver
Que a gente despencou
Sem ter controle
E que o destino nos juntou
E não dá pra voltar atrás?
Só nós dois sabemos
A falta que esse amor já faz
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