software livre

12 mai 2014

A má notícia é que houve uma reviravolta no processo movido pela Oracle contra o Google por conta do Java. Aquele processo que acusava o Google de quebrar o padrão do Java ao fazer o Android com uma variante da linguagem. Não sei detalhes da peleja, mas até onde pude ver, parece que estão apelando para a proteção do Copyright de algo que havia sido licenciado sob licença livre. Google havia ganho, mas um juiz reverteu a favor da Oracle, dizendo que a API devia ter sido respeitada. Isso é péssimo, não apenas para o Android e o Google, mas por criar um precedente perigoso para o mundo do Software Livre.

Bem, a boa notícia é que o FISL terminou (calma! Isso não é a boa notícia em si. É uma pena eu não ter ido esse ano, de novo), mas os vídeos das palestras estão disponíveis na página de Programação do evento! Tudo em Ogg Theora e que você pode baixar. Uma boa forma de baixar é com o JDownloader, que é capaz de rastrear os links nas páginas e encontrar os arquivos de vídeo. JDownloader é feito em Java, só pra não fugir muito do tema inicial...

Ah, sim, tem o grande Anahuac também. Ele continua colhendo ódio de pessoas que não enxergam a armadilha em que caíram. "Eu não mudei, as 4 liberdades não mudaram, o conceito filosófico do Software Livre não mudou. Quem mudou foram “vocês”, usuários de Softwares Proprietários e redes sociais devassas e serviços cloud privativos, que tem a cara de pau de se definirem como ativistas Software Livre!" Confira o restante lá no blog dele.

Foto obitda do Wikimedia com ajuda do pato.

20 dez 2012

Infrarecorder

Usuários GNU/Linux tem ótimas opções para gravação de CD e DVD. Destaque para o antigo e cheio de recursos k3b, do KDE. Cada ambiente de trabalho, porém, acaba desenvolvendo sua própria solução: Brasero é muito usado no GNOME, o XFCE tem o xfburn...

O mundo Windows é acostumado a um aplicativo único para isso: o Nero. Apesar de no Windows ele reinar absoluto, ele foi lançado para GNU/Linux, mas simplesmente não pegou. E mesmo no Windows há alternativas a ele, como o software livre Infrarecorder!

Veja a lista de características que ele oferece em sua versão 0.53:

  • Crie projetos de dados, audio e misturados, e grave-os em discos físicos, bem com em imagens de disco.
  • Suporta gravação em DVDs de duas camadas.
  • Apaga (erase) discos regraváveis usando quatro métodos diferentes.
  • Grava imagens de disco (ISO e BIN/CUE).
  • Fecha discos para evitar que dados adicionais sejam colocados depois.
  • Vasculha o barramento SCSI/IDE por dispositivos e coleta informações sobre suas capacidades.
  • Cria cópias de disco, usando um arquivo temporário ou não.
  • Importa dados de sessão de discos multi-sessão e adiciona mais sessões a eles.
  • Mostra informações do disco.
  • Salva trilhas de audio e dados em arquivos (.wav, .wma, .ogg, .mp3 e .iso).

Eis uma boa solução para usuários de Windows. O Infrarecorder também é distribuído no CyanPack.

17 mai 2012

Ministro do Planejamento, Corinto Meffe falou com muita propriedade em defesa do Portal do Software Público, do Governo Federal, em audiência pública debatendo o marco legal que rege o setor de Informática.

A história toda é que as empresas vieram com mimimi reclamar que o Software Livre está prejudicando seus negócios, que apoiar Software Livre não é apoiar o "Software Nacional" e que estão sendo obrigadas a desenvolver Software Livre para poder trabalharem com o Governo.

Vale muito a pena ver o posicionamento do Corinto, figura de grande importância nacional e que está sempre presente nos eventos de Software Livre mais relevantes do país (já o vi em alguns).

Para quem não vai ver o video mesmo, vou dizer só duas das coisas que ele fala: "O Software Público alcançou consenso no Governo por resultados" e "mais de 56 soluções no portal hoje e nenhum ofertante pediu pra sair". Assistam! Vale mesmo a pena!

Video visto no twitter de @ValessioBrito.

24 abr 2012

Em março, meu amigo Claudio Filho publicou um ebook com uma temática interessante: licenciamento de software. Claudio Filho, para quem não conhece, foi praticamente o cara que iniciou os projetos de tradução do GIMP, BrOffice (a fundação era um projeto dele) e Mozilla. Hoje, na era pós-BrOffice, está afastado do LibreOffice, mas por razões próprias. Mantém hoje o projeto Escritório Livre e está apoiando o Apache OpenOffice (que ainda não foi lançado em versão estável).

Pois bem, o assunto aqui é o ebook, que está sendo distribuído sob licença Creative Commons - Atribuição - Uso não comercial - Compartilhamento pela mesma licença. Ainda não li por conta e ter uma fila de pendências de leitura, mas pretendo ler em breve, mesmo porque licenciamento de software também é uma temática de me u interesse, sobre a qual tenho inclusive alguns cordéis (Do Livre e do Grátis, por exemplo) mesmo também não tendo nenhum pé na área jurídica...

O ebook Demandas Legais no Desenvolvimento de Software sob uma visão tecnológica pode ser baixado do blog do Claudio (o link direto também já está na sessão Livros Digitais deste site aqui).

23 mar 2012

União Livre (de quem?)

Submitted by bardo

"O objetivo desse projeto é descontinuar as atuais distribuições Linux do Brasil." É com essas palavras que o site do projeto União Livre começa a anunciar sua intenção: que o Brasil tenha uma distribuição GNU/Linux só.

Essa ideia de que existe um excesso de distribuições e que uma distribuição única seria a solução parece genial a um novato na área, mas se você analisar bem o cenário percebe facilmente o quanto é falha.

O grande problema dessa ideia é que o fato de haver muitas distribuições não é o problema. O problema acontece quando uma distribuição é criada e se mantém sem uma razão sólida. São duas situações distintas e que devem ser separadas.

Uma ideia de "unificar" ignora que distribuições tem seus motivos de existirem, não se resumem a "juntar usuários". Há distribuição que existe para atender a necessidades de certo perfil de usuários, outras que focam a divulgação de certas ferramentas ou ideais e por aí vai. É também frequente que os motivos de uma conflitem diretamente com os motivos de outra. Um exemplo simples? Uma distribuição quer facilitar ao máximo para os usuários enquanto outra quer se alinhar ao máximo com os conceitos de Software Livre. O que temos? "Facilitar ao máximo" exige abrir mão de certas liberdades, levando a equipe a embutir Adobe Flash, drivers fechados, dentre outras "facilidades". Isso não é conciliável com a outra meta.

Foi apenas um exemplo. Se considerarmos outras guerras como KDE versus GNOME (versus Unity versus GNOME 2 versus MATE versus...), por si só já justificaria divisões. Não adianta argumentar que elas podem entrar em concenso, pois as razões muitas vezes são complexas. Um dirá que adora a API do GTK+ e de todo o GNOME, enquanto outro dirá que a identidade visual do KDE é mais sólida; outro dirá que prefere o GNOME antigo, enquanto outro entende e aceita as vantagens que a Canonical defende para justificar seu Unity. Entendem? Geralmente não é só uma questão estética (só no caso de algumas ditas distribuições, que não passam de seleção de pacotes e criação de papéis de parede).

Você pode dizer: "Beleza, então faz uma distribuição que junte tudo num pacote só e fica todo mundo feliz." Será? O tamanho da distribuição resultante também pode ser um objetivo de algumas distribuições. Outras podem estar muito presas a certas distribuições internacionais específicas. Se uma distribuição quer "a melhor performance possível", não vai abrir mão de ser derivada do seu Arch Linux (suposição).

A despeito disso, "uma distribuição única" costuma ser algo pedido pelos usuários, por terem a percepção de que há desperdício de forças em um cenário tão amplo. Há mesmo? Muitas vezes sim, mas há outras soluções para isso. Os projetos podem se ajudar mais, trocar informações e ferramentas menores entre si, publicar mais o que é feito (muitas vezes ferramentas interessantes são criadas por pequenas distribuições e mantidas como "diferencial" ao invés de serem amplamente divulgadas como ferramentas para serem incorporadas por outros projetos).

Percebem como a multiplicidade de distribuições é algo complexo? Se ainda quiserem ver mais sobre a ideia de unificar distribuições, leiam uma discussão antiga minha com Sergio Tucano. Pois bem, vamos voltar ao caso específico da União Livre. O que vemos aqui? Um chamado anônimo aos mantenedores das milhares (?) de distribuições nacionais. Ao invés de assinar embaixo (identificando-se o/os autor/es da proposta perante a sociedade), ele(s) cria(m) um abaixo-assinado.

Por que não, ao invés de querer unificar, fazer uma consulta a cada distribuição, fazendo um levantamento das razões de sua existência? E a partir daí se tentar um MMC das distribuições (o que provavelmente não significaria uma distribuição única)? Não é preciso uma fundação para isso, nem é preciso unificar todas em uma só (e uma nova, ainda mais).

O que vejo é uma distribuição relativamente antiga no Brasil e uma mais nova: respectivamente, Big Linux e SimbiOS. As duas parecem ter os mesmos objetivos de agradar usuários leigos, agregando facilidades, de modo que não duvido que a ideia tenha surgido entre eles. E é uma boa ideia as duas integrarem esforços (mudando ou não de nome), só acho que não havia necessidade desse auê todo. Toda prepotência.

E ainda adotando o pomposo nome de União Livre (que adota drivers, browsers e outros aplicativos privativos). Quem vai entrar nessa canoa?

9 mar 2012

Onslaught Arena

Vocês se lembram daquela página 404 que fiz pro Bardo WS? Em estilo RPG eletrônico clássico? Naquele tempo eu falei que a base foi um artigo do site Lost Decade Games. Pois bem, o projeto maior desse grupo, que é um jogo que está disponível para web, Android e iPhone, foi lançado como Software Livre!

Onslaught Arena não tem nada a ver com RPG exatamente. Apesar do visual parecido com RPG, trata-se de um jogo de tiro com temática em fantasia medieval, com desafios, chefes, pontuação e ítens que modificam o tipo de tiro.

Quem se interessar por esse projeto, que é feito em HTML 5, e quiser fuçar, pode ver no Git do projeto.

Fonte: Free Gamer.

2 mar 2012

FreeDroid RPG

Arthur HuilletEm 2002 Arthur Huillet (que parece, como eu, também gostar de usar um fedora preto) começou um projeto de um jogo de RPG eletrônico, a ser feito como um software livre. E assim foi que nasceu o FreeDroid RPG, um jogo que vem evoluindo cada vez mais (recendo até mesmo contribuições via projeto Google Summer of Code).

No estilo Diablo, FreeDroid RPG mostra um mundo pós-apocaliptico dominado por uma megacorporação, que espalhou seus robôs por todo lugar, subjugando a humanidade. O personagem principal é ninguém menos que o Tux, que tem como missão descobrir como pará-los.

O jogo está bem avançado e é estruturalmente bacana. O que me causou estranheza e fez com que eu não me interessasse tanto por ele de início foi justamente o fato de a história girar em torno do Tux. Apesar de eu defender Sofware Livre, o Tux não me atrai. Preferências à parte, o fato de o RPG ainda servir como conscientizador para a causa do Software Livre é muito bacana e vou jogar de novo quando tiver um tempinho livre.

Segundo a apresentação mais recente no FOSDEM, o FreeDroid RPG rende 12 horas de jogo, tem 60 personagens para interagir, uma trilha sonora composta por 14 músicas originais e traz diálogos somando mais de 60.000 palavras. Pena não ter em português ainda (tradutores são bem-vindos).

O jogo está disponível para Windows, MacOS e GNU/Linux (inclusive já tem pacotes nos repositórios oficiais do Trisquel). Então, recomendo que teste o FreeDroid RPG! Jogue e tire suas conclusões (comentando aqui no Bardo WS, se desejar, o que seria também bem-vindo).

FreeDroid RPG talvez seja o mais perto que temos de "um open Diablo", pena que não seja multiplayer. Seria bom também termos um "open Castlevania", "Open Zelda" e, por que não, um "open Pokémon". E mais importante ainda: com enredos, personagens e mundo próprios e não apenas réplicas genéricas.

Tela do jogo FreeDroid RPG

Se quiser conhecer mais sobre o FreeDroid RPG, inclusive sobre como ele foi feito, dá uma olhada na apresentação do Arthur no FOSDEM (estão liberados os slides, além de video e audio da palestra).

6 jan 2012

Conheça o Ren'Py

Submitted by bardo

Visual Novel é um tipo de jogo de videogame baseado em diálogo, como uma história interativa. São histórias que o jogador acompanha (geralmente lendo e vendo imagens associadas), sendo responsável por decidir que rumo a história tomará em alguns momentos.

Ren'Py é um software livre para criar jogos desse tipo. Feito em Python, como o nome sugere, ele cria a estrutura para uma Visual Novel, sendo capaz de gerar executáveis para Windows, Mac OS X, GNU/Linux e Android.

O código-fonte do jogo é escrito em uma sintaxe Python-like, facilmente carregando elementos de arquivos externos, como imagens e sons.

Os recursos que o Ren'Py oferecem incluem:

  • Menu principal que dá opções de iniciar o jogo, continuar um jogo salvo e ajustar configurações
  • Um menu de jogo durante o jogo propriamente, permitindo abrir um jogo salvo, salvar e ajustar configurações
  • Salvamento automático
  • O jogador pode retornar para telas anteriores, mudando sua decisão
  • Predição de imagens a serem carregadas, fazendo com que as imagens sejam carregadas em segundo plano, evitando que o usuário tenha que se deparar com momentos de "Loading"
  • Permite controlar o jogo usando mouse, teclado ou joystick
  • Permite escolher se o jogo funcionará em tela cheia ou dentro de uma janela
  • Auto-avanço de texto sem ter que usar o teclado, com ajuste baseado na quantidade de texto mostrada por tela
  • Pode ocultar textos para que o usuário veja a imagem que está trás
  • Habilidade de mudar música, efeito sonoro e volume de voz.
  • Facilidade de personalização e localização (tradução)
  • Permite vários efeitos de transição de cena/imagem
  • Permite que se expanda suas funcionalidades através de código-fonte em Python

É um excelente software livre, que pode ser baixado do site http://www.renpy.org/

23 nov 2011

Cordel do GNOME

Submitted by bardo

Cordel do GNOME

Aqui estamos de novo
Saudações meu camarada
Já falei de liberdade
Em poesias passadas
Hoje falo do GNOME
Mas não de conto de fadas

Falo de um grande projeto
Um que é internacional
Que torna o computador
Algo muito mais legal
Útil e fácil de usar
Pro usuário final

Feito por duas pessoas
Mantido por muita gente
E tem até Fundação
Um projeto tão potente
Apoiado por empresas
De tudo o que é vertente

Novell, Sun e HP
IBM, a Grande Azul
Participam do projeto
Mais hackers de norte a sul
E além de tudo o GNOME
É do Projeto GNU

Vamos falar dele hoje
Você vai se admirar
Um projeto tão imenso
Profissional, exemplar
Mas vamos falar da História
Para melhor explicar

Quando o homem inventou
Sistema Operacional
Para o computador
Viu que não era legal
Ter que criar um programa
Para cada ação banal

Era assim que era feito
Logo que se inventou
Para usar o aparelho
Só sendo programador
Escrevendo e compilando
Era uma vida de horror

Pra resolver o problema
Que estava incomodando
Foi criado o tal de Shell
Que é a linha de comando
A tela preta com letras
E um tracinho piscando

O tal de shell por si só
Já era uma evolução
Para mexer no aparelho
Invés de programação
Aprendia alguns comandos
Simples, sem complicação
 
Tudo estava avançado
Mas não era natural
Pra maioria do povo
Só ter letra era sem sal
Foi quando o computador
Foi ficando visual

GUI ou Interface Gráfica
É quando o computador
Invés de mostrar só letra
Com o irritante cursor
Passa a apresentar desenhos
Janelas no monitor
Ícones para apertar
Texto usando fonte e cor

Imagens para clicar
Com o mouse que surgiu
A Xerox quem criou
Mas a Apple difundiu
E esse modo virou moda
Moda que o mundo seguiu

Programas faziam janelas
Pro usuário interagir
Com imagens e botões
Ok, Aplicar, Sair...
Mas se vem nova janela
A que tava vai cobrir

Por essa necessidade
Novo programa nasceu
Para organizar janelas
E tudo o que apareceu
Arrastar, minimizar
Mostrar a que se escondeu

Tem até um brasileiro
Chamado Alfredo Kojima
Que criou o Window Maker
O programa, uma obra prima
Gerenciador de janelas
Popular, ainda por cima

Mas o tempo foi passando
Ele sempre segue em frente
E gerenciar janelas
Não era suficiente
Foi então que apareceram
Uns programas diferentes

Juntando novos recursos
Um gerenciador de arquivos
Mais um protetor de telas
Gestor de dispositivos
Capaz de montar pendrive
Tão logo sejam inseridos

Esse grau da evolução
Chamamos de Desktop
O Windows é feito em um
GNU/Linux tem estoque
Com muitas alternativas
O Desktop hoje é pop
 
O começo do GNOME
Quem iria imaginar?
Está em outro projeto
Um programa de editar
Imagens, chamado GIMP
Que é bastante popular
Que criou uma biblioteca
Chamada de GTK

Era ele só um conjunto
De menu e de botão
Para as janelas do GIMP
Mas ele era dos bão!
Então foi reaproveitado
O GNOME pôs a mão
t
No ano de 97
O GNOME foi criado
Por Icaza e Frederico
Mexicanos arretados
Pro Windows 95
Ter rival do outro lado

GNOME é uma sigla
Comprida e diferente
GNU Network Object
Model Environment
Mas você pode chamar
De GNOME simplesmente

Ele preza a liberdade
Pela reutilização
Também tem um calendário
Com grande organização
Mantendo o mesmo intervalo
Ao lançar nova versão

Foca a acessibilidade
Garantindo por demais
Acesso por deficientes
Físicos ou visuais
Dos ambientes que existem
É ele dos mais legais

Pra levar GNOME ao mundo
A turma se movimenta
Ele existe em Português
Por isso, vê se experimenta!
Contando todas as línguas
São mais de 160

O GNOME tem programas
Pra tudo que é função
Nem vou ficar lhe dizendo
Tudo o que ele tem não
Quero cordel de 3 folhas
Não quero um de um milhão

No mundo de liberdade
Sempre há de haver opção
O GNOME é muito bom
Eu uso de coração
Mas se você não gostar
Vou falar de outros então
 
Existe o tal KDE
Falarei dele outra hora
É completo e bonito
E disputa mundo afora
Com o projeto GNOME
Há décadas até agora

Há um outro especial
Que tem tão pouca idade
É do Ubuntu, o Unity
Que é GNOME na verdade
Mas mudando quase tudo
Conforme o povo do Ubuntu
Foi vendo necessidade

Além dos que já falei
Window Maker, KDE
Existe o Enlightenmente
E o LXDE
Tem o Sugar, Blackbox
E o XFCE

Cada um com qualidades
Um com efeitos especiais
Outro é muito acessível
Outro é rápido demais
E assim se vê vantagem
De não ser todos iguais

Voltando ao nosso GNOME
Para acabar, vou dizer
Que uma revolução
Está para acontecer
É quando o GNOME 3
Finalmente aparecer

Ele até já foi lançado
Mas pouca gente usou
Está um pouco incompleto
Mas já mostra a que chegou
E seu desenvolvimento
Está a todo vapor

Tornando o computador
Mais fácil de se usar
O GNOME vem crescendo
E ainda vai continuar
Conheça esse Desktop
Clique em gnome.org
Sei que você vai gostar


-- Cárlisson Galdino

Páginas

Subscribe to RSS - software livre