31 jul 2015

Os Donos do País

Submitted by bardo

Era uma vez um país. Um país cujos cidadãos viviam felizes, até que um dia ocorreu uma tragédia. Uma tragédia chamada “golpe militar”.

Mas essa tragédia não aconteceu por acaso, nem foi de surpresa. Os donos do país tinham muito medo, pois viam outros países passando por transformações em nome da igualdade entre as pessoas. Os donos desse país sabiam muito bem que igualdade social significa garantir direitos a todos. E sabiam que o aumento de direitos da população significaria também diminuição de privilégios seus. Por isso o medo.

O medo fez com que atacassem o governo e, para isso, utilizaram seu principal instrumento. A pena é mais forte que a espada, então começou a acusar o governo e noticiar de maneira obstinada e enfática qualquer suspeita de corrupção, para que a as pessoas tivessem cada vez mais ódio daquele governo. Tudo isso terminou com os militares tomando o poder.

Os donos do país ficaram felizes, pois o risco havia passado. Logo depois perceberam que, na verdade, iam perder privilégios de qualquer maneira. A partir daquele dia, foram proibidos de falar sobre corrupção no novo governo. Talvez os militares tenham percebido como “corrupção” era um tema capaz de mover montanhas. E, assim como não podiam falar de corrupção, nada de falarem de censura, ditadura, nada de falar mal do poder. Nada de noticiar desaparecimentos de pessoas. Não podiam mais sequer se reunir para conversar sem serem vistos com desconfiança - ou mesmo serem acusados e levados embora – pelos militares daquele país.

Mas tudo bem, afinal seus privilégios econômicos estavam assegurados.

O tempo passou e a ditadura militar caiu, décadas depois. Foi um alívio para os donos do país, que agora teriam novamente os privilégios perdidos. Foi muito bom ter poder econômico, mas aquele poder verbal, que havia sido capaz de derrubar um governo, fazia muita falta.

O bom para eles é que nessas décadas de poder militar, por obrigação imposta, os donos do país terminaram aprendendo a escrever distorcendo as verdades, destacando pontos que interessavam, omitindo outros; construindo assim notícias que atendessem às necessidades daquele tempo em que não se podia falar o que se pensa. Com o fim da tal ditadura, os donos do país resolveram continuar agindo daquela mesma forma, só que dessa vez para atender a interesses próprios.

Na ponta da pena ou da câmera de seus funcionários, ilustres desconhecidos se tornam heróis ou vilões, gigantes massas de insatisfeitos desaparecem, punhados de outros insatisfeitos viram manchete, políticos viram sábios salvadores, enquanto outros se tornam corruptos incorrigíveis. Assim seguiram os donos do país até hoje, controlando as pessoas com seu poder verbal, em todas as formas de noticiar. Jornais cheiram muito mal, mas como o povo, que o lê há tantos anos, vai notar o cheiro? Ora, já se acostumou a ele e sequer o sente!

Assim seguem os donos do país, controlando as massas com closes e vírgulas, enquanto morrem de medo de terem seu poder limitado. Sempre houve quem diga que as pessoas têm direito de serem informadas corretamente sobre os fatos, mas os donos do país sabem muito bem que esse direito afetaria um importante privilégio que hoje eles têm: o Monopólio de Opinião.

-- Cárlisson Galdino
-- Publicado no Informativo ACALA 2015

Special: 
22 jul 2015

Eleições 2015 na UFAL

Submitted by bardo

UFAL - Eleições 2015

A Universidade Federal de Alagoas, uma das empresas com maior orçamento do estado, conta hoje com 3 campi, estando instalada em várias cidades (mesmo porque além dos campi existem os polos).

Com eleiçõs para reitor marcadas para dia 2 de setembro, três chapas estão em campanha, enfrentando as dificuldades de se fazer campanha durante uma greve.

Para quem quer conhecer um pouco, as 3 chapas são:

  1. Outra UFAL - reitora Valéria Correia e vice-reitor Prof. Vieira - ela, diretora da Faculdade de Serviço Social; ele, coordenador do curso de História, no Campus Sertão
  2. Seja mais UFAL - reitora Rachel Rocha e vice-reitor Zé Carlos - ela, vice-reitora da gestão atual; ele, diretor do Instituto de Matemática
  3. Muda UFAL - reitor Marcio Barbosa e vice-reitora Eliane Cavalcanti - ele, presidente da Adufal; ela, diretora do Campus Arapiraca

Características interessantes a se notar: todas as chapas têm os dois gêneros representados; as duas chapas de oposição tem como vice uma representação do interior do estado. Será que tem algum significado?

Bem, quem se interessar por essa disputa pode visitar os sites dos candidatos para conhecê-los melhor.

Special: 
19 jul 2015

Novidades do Politicast

Submitted by bardo

Chegamos à edição 14 do Politicast, um podcast para discutir política. A gravação vinha sendo feita com o gravador do celular mesmo. Vinha funcionando, mas às vezes a qualidade estava sofrível (o normal era a qualidade ficar apenas ruim). Comprei um gravador de voz digital, desses que usam pra gravar aula, pra estudar pra concurso. É um recurso bem  simples, mas acredito ter elevado um bocado a qualidade do som. Ainda não está 100%, a edição também é bastante simples, mas acredito que sejam suficientes para a proposta, no momento.

Junto a isso, agora temos um logotipo para o podcast e teremos futuramente mais spin-offfs além do Politicast News. Confiram os temas que já discutimos por lá:

  1. Impeachment (ep. 1 e 2)
  2. Desigualdade Social (ep. 4, 5 e 6)
  3. Mudanças Alimentares (ep. 8 e 9)
  4. Os TAEs (ep. 11, 12 e 13)
  5. Os episódios 3, 7, 10 e 14 tratam de notícias gerais e opiniões sobre elas.

Se ainda não conhece a iniciativa, convido a dar uma olhada por lá e comentar o que achou.

  

No 14º episódio (/News/), tratamos da Grécia, de Eduardo Cunha, Lava-Jato... A propósito, pensando bem tinha uma piada pronta que deixamos passar nessa história de os carros do Collor serem levados na operação Lava-Jato.

Enfim, é isso. Confiram o Politicast, que é praticamente a única iniciativa internética que venho mantendo nos últimos meses. Espero mais pra frente poder voltar a escrever conteúdo de fantasia e poesia novamente aqui para o site. Até lá, além do podcast, você pode dar uma navegada por aí e ver textos antigos. Tem muito conto e muita poesia, além das novelas.

Abraço aos leitores!

Special: 
29 jun 2015

Informativo ACALA 2015

Submitted by bardo

No aniversário da ACALA deste ano foi lançada a nova edição do informativo ACALA. O informativo é lançado anualmente e já teve um tanto de edições. Nele, são apresentados artigos escritos por acadêmicos da Academia Arapiraquense de Letras e Artes. São crônicas, contos, poesias... O informativo é distribuído gratuitamente.

A novidade é que esta edição está publicada também em formato digital. Se quiser conferir os artigos publicados (incluindo um artigo meu), vejam lá no Youblisher.

Special: 
11 mar 2015

Na última segunda-feira foi ao ar a segunda e última parte da conversa sobre impeachment no Politicast. Se você ainda não ouviu, dá um pulinho lá! Os episódios estão sendo publicados em MP3, OGG e ZIP.

Sobre a lista de Janot, parece que "os donos do país" querem botar à força o nome da presidenta. Lá no Politicast também tem um artigo de opinião tratando disso.

Fiquei curioso com isso de que foi pedido arquivamento do nome da Dilma na Lava Jato, pois foi divulgada no Congresso em Foco a lista de todos os que devem ser investigados, juntamente com os pedidos de arquivamento por indícios insuficientes. Entre estes últimos, está Aécio e não está Dilma.

Pesquisando, encontrei alguns blogs que falam que foi feito esse pedido de arquivamento dela com base na Constituição, já que a acusação que ela sofreria dizia respeito ao período anterior à primeira posse como presidenta.

Encontrei a fonte disso tudo: um artigo do Estadão publicado no dia 5.

Continue lendo no Politicast.

3 mar 2015

Visitem politicast.info

Um dos projetos que tinha para este ano está começando a acontecer: um podcast sobre notícias e opinião, tratando de política de uma maneira própria, tentando enxergar os acontecimentos e notícias com a sensatez que pudermos.

O primeiro episódio já está no ar e traz a primeira parte da discussão sobre impeachment. O audio não está tão bom, mas acho que vale a pena uma ouvida pela discussão.

Politicast está sendo conduzido por Cárlisson Galdino e Sivaldo Paulino e está acessível em politicast.info. Não deixem de visitar e opinar!

19 fev 2015

CorvolinoPunk publicou um texto em seu site intitulado Porque o meu pai não se importa com a filosofia do Software Livre. Comecei a escrever um comentário, mas como foi ficando extenso demais, mudei de ideia e resolvi publicar no Cordeis.com como um post.

Vamos começar com um comentário publicado lá, escrito por lulumar:

Saudações … a primeira ajuda que o Software Livre precisa receber, é da própria Free Software Fundation, do Sr. Stallman

Ele precisa parar de apoiar o “software livre comercial”, pois fere a primeira regra do software livre que ele mesmo defender, a “liberdade 0″, que diz: “um software é livre se puder executa-lo para qualquer propósito”

Ora, um software comercial só pode ser executado se for pago, e quem não puder ou não quiser compra-lo, não pode executa-lo.

O argumento que software livre não é cerveja grátis, é hipócrita. O que tem que ser vendido é o serviço, não o software, ou ele não é livre.

Deixem de ser falsos e admitam a hipocrisia. Nenhuma empresa abrirá seus codigos-fonte para outros empacotarem e ganharem dinheiro, sem repassar nada, pois isto é assinar atestado de burrice.

A licença de software se aplica a quem o licencia. Um software livre comercial não tem compromisso com quem não seja cliente direto. O que muda é que qualquer cliente direto, ou seja, licenciado, tem as 4 liberdades sobre aquele projeto, o que inclui acesso ao código. O conceito de Software Livre está muito bem fundamentado, desde sua origem. Quem não for licenciado não tem. Disso decorre o problema onde cada cliente pode se tornar um concorrente direto, simplesmente revendendo ou liberando o software. Isso ocorre devido à consolidação da Internet e não por "fragilidade" de conceitos.

De qualquer forma, mais importante para o Software Livre é a discussão sobre o direito de acesso ao código-fonte de aplicativos que utilizamos e não (como era a discussão) dos que instalamos. Para esse outro ponto é que existe a licença AGPL.

Quanto ao texto, discordo quando diz que "software livre não está preparado para essas pessoas". Quando falamos de movimento social, esse tipo de usuário realmente não se importa com Software Livre, mas pode ter uma abordagem Open Source, que já é alguma coisa. Desde que GNU/Linux aprendeu a reconhecer e instalar impressoras automaticamente e a montar pendrives, o GNU/Linux está pronto para o usuário final, o problema sempre foi administrar.

Meus irmãos e meus pais utilizam GNU/Linux sem problemas (sem se importar com a discussão Software Livre X Open Source). Meus irmãos, em particular, utilizam há anos, desde crianças, e, quando foram para seus próprios computadores, preferiram GNU/Linux. Não se pode dizer que foi por "ser o que conheciam". Durante toda a vida escolar, na universidade e na casa de colegas geralmente só se usa Windows. Foi realmente uma escolha e nenhum deles é da área de tecnologia.

É injusto criticar usabilidade do GNU/Linux quando se quer que usabilidade esteja fortemente ligada ao Windows. Era comum antigamente reclamarem que GNU/Linux era difícil demais porque o usuário precisava entender de particionamento para instalá-lo. É incrível como esses críticos não percebiam que a dificuldade aí não era do GNU/Linux, mas sim de instalar e manter no computador mais de um Sistema Operacional instalado. Mesmo há 10 anos, instalá-lo em um computador para ser o único sistema, sem se importar com o que estava no HD antes, já era totalmente trivial.

Pra concluir, sobre o "ter que contribuir" com projetos de Software Livre, este é um ponto muito particular e está direcionado, a meu ver, ao militante de um modo geral (assim como as críticas do anahuac). Seria incoerente exigir que todos os usuários colaborassem, mas é perfeitamente compreensível pedir (cutucando, como se faz, não exigindo) que usuários avançados, especialmente programadores divulgadores, contribuam de alguma forma; ou que grandes empresas apoiem financeiramente os projetos de softwares que utilizam e dos quais tiram grande proveito. Misturar usuários leigos recém-ingressos nessa cobrança realmente não faz o menor sentido (e até hoje não lembro de ter visto alguém fazê-lo).

-- Cárlisson Galdino

24 jan 2015

Quando se fala que a grande mídia brasileira constitui um quarto poder e que eles manipulam a informação descaradamente, sinto como se os mais jovens vissem nisso alguma "teoria da conspiração". Infeliz e tragicamente, não é.

Minha percepção dessas distorções vem da época em que cursei universidade, por volta da virada do milênio. Lembro quando estava envolvido e empolgado com a causa do Software Livre e saiu na Veja matéria para desmerecer a solução. Baseada em opinião, mas opinião de gente "desinformada", apresentada como fato. Daí, temos greves nas universidades e nenhuma cobertura na imprensa. Isso para citar alguns casos, mas o resumo é o seguinte: quando estamos em uma realidade bem específica e a grande mídia trata essa realidade de uma maneira injusta (seja omitindo fatos relevantes ou distorcendo informações) é que percebemos o que acontece com a grande mídia no Brasil. A maioria dos que denunciam essa postura da grande mídia o fazem por ter vivenciado situações assim. Isso não é de agora e nunca parou, pelo contrário, com o medo da Regulação e com o oportunismo em torno do atentado ao Charlie Hebbo, eles estão mais manipuladores do que nunca!

Sobre o Charlie Hebbo, cabe um comentário rápido. A Revolução Francesa foi um evento de enorme impacto na história da França e do mundo. Não gosto da linha de humor do Charlie Hebbo, considero ofensiva e de mal gosto, mas creio que a visão que eles tenham de Liberdade exige que opinião desse tipo seja respeitada. Posso estar errado quanto a isso, mas para mim isso explica tal permissividade. Na minha opinião, o que houve foi a junção de duas "forças naturais". Como censurar a crítica à religião em um país que fundamentou os princípios de Liberdade, Igualdade e Fraternidade se libertando da Monarquia, da Nobreza e da Igreja? Como evitar que extremistas religiosos revidem a ações que eles consideram insuportavelmente desrespeitosas? Este é um ponto.

A despeito disso tudo, o que está havendo no mundo (principalmente no Brasil) é uma onda oportunista que tenta trazer a comoção em torno do Charlie Hebbo para a bandeira da Liberdade de Imprensa. O que houve na França foi terrível, mas foi um atentado pontual em resposta a uma ofensa, não foi uma "tentativa de calar a imprensa". No máximo, foi um alerta exigindo respeito com o que é sagrado para eles.

Mas voltemos à regulação da mídia. Luis Nassif tem um conjunto de artigos muito reveladores sobre a Veja, que ele reuniu no que chamou de Dossiê Veja. Partindo para a Globo, temos uma emissora de TV que nasceu e cresceu absurdamente na época da (e devido ao apoio à) Ditadura Militar. Quando tive conhecimento dessa parte de sua história, tive resposta para uma dúvida que trazia desde a adolescência: por que a Globo controla tanto sua equipe, de modo que ninguém cita outras emissoras, mesmo em notícias relevantes? É como se eles não reconhecessem a existência das outras. Isso não é apenas curioso, mas assustador: se uma emissora tem controle da informação a ponto de fingir para o seu público que não existem outras, que outro tipo de manipulação/omissão/distorção eles serão capazes de fazer (com maestria) sempre que lhes for conveniente? O documentário Muito além do cidadão Kane é outro material que fortemente recomendo.

Sabe o que é engraçado? Os grandes veículos de mídia esperneiam diante da possibilidade de uma regulação, evocando a liberdade de imprensa, quando são eles que mais movem protestos contra blogueiros. Curioso, não?

Deixando um pouco as emissoras e revistas, temos outro problema sério no Brasil: a Constituição proibe que políticos sejam donos de veículos de informação, mas na prática uma grande porcentagem dos que nos representam em Brasília quebra essa regra. Lembre-se das famílias Magalhães (Bahia), Sarney (Maranhão) e Mello (Alagoas), só para citar alguns.

A grande verdade é que no Brasil não temos liberdade de imprensa, mas sim um "monopólio de informação e opinião", restrito a algumas poucas famílias, que fazem parte das mais ricas do Brasil. E a coisa só piora. Se não conseguirmos aprovar a regulação da mídia, sabe lá onde vamos parar...

Atualização: vejam, num caso mais atual, a cobertura dada pela Globo sobre a falta de água em São Paulo.

Special: 
19 jan 2015

Mudanças para 2015

Submitted by bardo

Financial crisis

Boa noite a todos os que ainda acompanham este blog quase parado. O ano começou agora e trago muita coisa de 2014 para concluir e outras novas para começar. Vejamos:

  • KidCoder - o nome final provavelmente não será esse. É o projeto para o mestrado, um serious game que crie um ambiente de prática para Programação. Como criar um jogo é tarefa muito grande, não será concluído como eu gostaria, não em poucos meses, mas pretendo ter uma versão simplificada "prova de conceito", como um protótipo jogável, sobre o qual possam ser feitos experimentos.
  • Migração de hospedagem - estou deixando a Dreamhost pela A2 Hosting. Queria mudar para uma hospedagem "mais normal", que utilize cPanel. O sistema da Dreamhost tem seus pontos fortes (servidores Jabber, git, isolamento melhor de domínios adicionais...), mas tem pontos fracos também. Meu novo cPanel tem Softaculous, que é algo de que sentia falta na Dreamhost. A escolha do novo serviço poderia ser para quase qualquer um (cPanel está amplamente presente por aí), mas escolhi o a2hosting pela recomendação do site do OwnCloud. Vamos ver como se comporta.
  • Android é um mundo. De volta com um celular Android (um Positivo YPY), já estou com uma série de aplicativos instalados. Alguns essenciais, outros maravilhosos, mas que na prática nunca uso (nem sei se vou acabar usando). Depois escrevo um post com recomendações. Entre os livres e os que não.
  • Mudança para site estático - não sei se é "influência" de podcasters (Castalio e Hack'n'Cast), mas comecei a pesquisar mais sobre os geradores de sites/blogs estáticos. Com um desses ao invés de um CMS, você transfere a inteligência/gerenciamento do seu site para sua própria máquina pessoal, facilitando a hospedagem, migração, etc, inclusive no que diz respeito a consumo de recursos do serviço contratado (RAM, processamento...), além de despreocupação com atualizações pra correção de bugs, etc. Para mim, uma vantagem especial é que minhas poesias e contos eu tradicionalmente escrevo em texto plano, para arquivo pessoal. Seria bem mais simples publicá-los. Ainda não sei se vou mudar, mas se mudar creio que leve um bom tempo. Estou de olho no Nikola, qualquer avanço eu comunico a vocês.
  • "Isso, isso, issuu..." Publiquei meus cordéis, livros digitais e edições do CyanZine no Issuu. É uma plataforma interessante, mas preciso fazer como a turma da Revista Nintendo Blast e arrumar um jeito de publicar coisas em mais de um lugar, ter um outro cando para colocar o PDF, de onde os usuários possam baixar com facilidade e eu possa saber quantos downloads tive. Você usa issuu? Prestigie lá minhas publicações!
  • Uma revista e um podcast - não sei bem quando vou ter tempo para isso, mas pretendo este ano fazer um podcast sobre política e opinião; e uma revista digital. A ideia de revista é uma ideia que não morreu ainda. Começou com o CyanZine, depois virou Blogópolis, daí N-Bardo. Ainda não sei o nome da próxima encarnação da ideia, mas o mais provável é que eu a lance como mais um projeto individual, porém com planos de expansão gradual da equipe.

Vamos ver o que conseguiremos construir neste tal de ano novo... :-)

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