Batman Arkham City - HQ

Batman Arkham City

Batman Arkham City foi um dos jogos de videogame mais fortes do ano passado. Em versões para Playstation 3 e XBox 360 (infelizmente nada lançado para a Nintendo), o jogo dá continuidade ao sucesso de Batman Arkham Asylum.

Ainda não tive oportunidade de conhecer esse jogo (nem o anterior). Quem sabe um dia, se eles lançarem pra Wii U (e eu conseguir um Wii U :-P)...

Acontece que foi lançada uma HQ trazendo a história entre Arkham Asylum e Arkham City. O nome da HQ é justamente Batman Arkham City. Este sim eu adquiri.

Li em algum lugar uma opinião de que o HQ não seria adequando para quem não jogou Arkham Asylum. Dane-se! A história é muito boa e muito do que aconteceu é mostrado. Não dá pra "ficar voando". Claro, isso é um ponto negativo se você pretende ainda jogar Arkham Asylum.

O principio do jogo Arkham City é que o Arkham Asylum é fechado, mas um bairro inteiro de Gothan se torna o novo asilo, como uma prisão enorme onde ninguém entra e de onde ninguém sai, a não ser pelos trâmites legais de pena e soltura. Batman tem que infiltrar lá e assim começa a história.

O HQ Arkham City, como já disse, fica entre os dois jogos. Nele, vemos que o Batman já esteve no Arkham City tão logo estavam começando a colocar o projeto em prática. Podemos ver pistas do que houve no jogo anterior e ver as alianças se formando. Enfim, é uma história legal do Cavaleiro das Trevas e vale a pena ser lida.

Blogópolis #3

O Bitcoin está tomando o Brasil? Será? Espero que sim!

Foi triste a notícia de que a esposa de Cacilhας não suportou o problema de saúde que lhe apareceu. Felizmente tenho certeza de que ela teve em seus últimos dias muito carinho e atenção de sua família, superando até mesmo as expectativas médicas. O que podemos fazer com essa Medicina?

Lamento pela enorme e irreparável perda e faço votos de superação. Que ela esteja feliz, onde quer que se encontre; que ele tenha força para superar esse grande golpe da vida.

Ao antigo vizinho de blogópolis, do blog Monte Gasppa.

Há 5 anos era postado: poesia A Arma

  • Os 10 livros mais vendidos no mundo dos últimos 50 anos. Paulo Coelho em 5º \o/ http://ur1.ca/97ckg
  • Nossa! Bitcoins! :-) Mais um ponto positivo pro FISL! http://va.mu/VHpq

  • Grato pelo # @astdarkness @bymaxweb :-)

LUTO

http://www.talcoeshow.com/2012/05/ferradura-da-sorte.html

http://mentirinhas.com.br/mentirinhas-273/

Foto original do post: Nightingale, de Max xx.

Special: 

Desafio, de Cícero Galdino (lançamento)

Desafio - capa do livro de Cícero Galdino

Venho convidar vocês todos para um lançamento de livro. Desta vez não o meu, mas o primeiro livro do meu pai, Cícero Galdino. Um livro de poesias que traz, em sua maioria, sonetos.

Tive o prazer de ser convidado para fazer um relato sobre o livro, que compartilho aqui:

Para quem já tem quatro filhos, já participou ativamente de campanhas de incentivo ao plantio de árvores (como bem me lembro quando saia no Dia da Árvore distribuindo mudas), pelo dito popular o livro era a única coisa que faltava para que se realizasse.

Tenho a felicidade de ter como pais cidadãos de cultura. A leitura sempre foi presente em nosso lar, sem contar a importância às causas sociais. Meus pais participaram do Projeto Rondom no passado; no presente, estão envolvidos com a causa da Escola de Pais do Brasil, o que muito me orgulha. Talvez neste espírito de nosso lar esteja a raiz de meus interesses pela leitura, pela escrita e pela causa social do Software Livre. Mas vamos falar do livro.

Não é de hoje que meu pai escreve sonetos (apesar de só nos últimos anos ter resgatado e ampliado o gosto por esta arte) e fico feliz com essa realização: um livro de poesias que tem, em quase sua totalidade, sonetos (e, em Reconciliando no Lago, um pequeno cordel muito interessante de se ler). O tema principal do livro, como facilmente o leitor perceberá, são as homenagens.

Ao citar e homenagear tantos, Desafio se torna um registro poético de parte da História de Arapiraca. Especialmente – mas não apenas – por sua referência às pessoas ligadas ao Rádio.

O lançamento será no próximo dia 26 (maio de 2012), às 20 horas, no auditório do CESAMA. Compareçam!

Special: 

Noite no fundo do mar

As estrelas caiam do céu sem saberLágrima Lunar
O que vinham fazer na dureza do chão
Logo a chuva caia em igual direção
E varria as estrelas com calma e prazer

No oceano as estrelas voltaram a brilhar
Transitando felizes presas na canção
Elegiam o mar sua nova imensidão
E giravam felizes no novo habitar

Desde então era noite no fundo do mar
Com mil seres dançando, com dunas de sal
Era paz o que havia, é o que posso lembrar

Terminei sem saber o que houve afinal
Quando abri os meus olhos nesse outro lugar
Era um sonho onde eu tava ou só lá que é real?

-- Cárlisson Galdino

Special: 

Escarlate III #19 - Os Reis de Klavorini Norte

Escarlate III #19 - Os Reis de Klavorini Norte

Uma mesa na sala reúne as principais autoridades de toda Klavorini Norte, com seus próprios conselheiros.

Gyo I trouxe seus generais do mar e da terra, além de sua esposa Phiana e do jovem Aux Fuzeddin, e está a um lado. Ele próprio rei de Wimow, com Aux Fuzeddin sob seus cuidados, este o rei de direito de Noak, o reino ainda tomado pelo golpe dos Raxx.

Do lado esquerdo deles, pode-se ver um casal de pele extremamente pálida e cabelos quase brancos. São os reis de Wiogee. O rei Elbva Astri, que além da rainha Tuwi, que está do seu lado direito, tem, do esquerdo, uma estranha figura feminina de traços suaves e olhar distante. Uma rara representante do povo das fadas. Ao lado da rainha, a princesa Cyel olha a tudo impressionada.

Outro lado da mesa é ocupado por Obwir Saipu, rei de Surdi e, assim como Gyo I, ele trouxe dois homens de armas que esbanjam força. Diferente de Gyo, porém, não trouxe sua rainha. Ao invés disso, completa a lateral da mesa a presença do barão da pequena cidade de Ofy e anfitrião do evento.

No canto restante, três lugares, mas apenas um está ocupado. Ocupado por Eve.

A sala é muito pequena para uma reunião tão grande. Foi improvisada a recepção na sala de estar do próprio barão Kridol.

Os cômodos próximos estão ainda mais tumultuados. Não pela esposa do barão e seus filhos e funcionários, que estão todos na casa de sua sogra. Estão cheios sim de soldados, soldados dos três reinos.

- Boa tarde às autoridades aqui reunidas. - É Eve quem começa a reunião. - Creio que todos estejam informados dos últimos acontecimentos em Noak. De qualquer forma, para evitar que assuntos corram em círculo por falta de informação ou informação imprecisa obtida por algum dos presentes, deixe-me resumir os fatos.

Ela se levanta, de modo a prender melhor a atenção de todos. Então continua.

- Tudo começou quando Kokond Raxx, general do mar de Noak, descobriu por acidente a existência de uma outra extensão de terra ao Sul do nosso continente. Não se trata, porém, de uma ilha como Awra, menos ainda de uma gente inofensiva e pacata. Uma vez lá, ele tomou ciência da política e fez aliança com um grupo de revoltosos. Fez um pacto de ajuda mútuo e voltou, sem relatar ao rei sobre suas descobertas. Ele precisava de magos e precisava se fortalecer por aqui. A partir deste ponto chamarei de Klavorini Sul a terra descoberta e Klavorini Norte a nossa própria terra, que é como se têm chamado.

Em uma pausa, ela vê a expressão de cada um dos presentes. Todos curiosos com a narrativa, apreensivos com a informação de uma nova terra.

- Kokond foi a Wimow procurar a Academia para Magos de Vli, onde conheceu e ganhou confiança de Azkelph, um dos mestres da instituição. Marcaram uma reunião para poucos dias depois. A reunião trouxe também representantes de clãs de assassinos e bandidos. Naquela ocasião, seu irmão Halkond, junto com Rubi e o próprio Azkelph apresentaram o que haviam retirado do covil do dragão vermelho que habitava ali próximo. Isso serviu de chave para viabilizar a participação dos clãs no golpe. Os clãs ficaram impressionados, mas pediram mais uma demonstração de poder: o grupo saquearia o dragão novamente e parte do recolhido serviria também como pré-pagamento. Halkond ficou com a missão e Kokond voltou a Noak para evitar que se criassem suspeitas sobre si.

Alguns começam a demonstrar impaciência e Eve para um pouco.

- Alguma pergunta?

- Sim, eu tenho. - Quem intervem é o general do mar de Wimow, Glouvry. - Com meu perdão, quem é a senhorita afinal?

- Eu pulei essa parte do assunto por conta de a resposta não ser tão simples. Peço apenas que confiem em mim. E podem me chamar de Eve.

- Mais uma vez perdão, senhorita, mas um nome apenas é muito pouco para que possamos confiar em você. De onde vem? Quem és? Quais seus laços políticos e sociais?

- Posso? - Um dos homens de confiança do rei Obwir levanta a mão.

- Pois não. - Eve lhe concede a palavra.

- Não faço ideia de quem seja Eve, mas posso garantir, pelo dom divino a mim concedido, que é uma pessoa confiável, de coração justo e nobre. Peço a todos que voltemos a esta questão só depois de tudo, caso haja tempo. O assunto me parece bastante urgente para que percamos tempo discutindo méritos.

- Obrigada, …?

- Gloanloi.

- Senhor? - Ela pergunta educadamente ao general Glouvry.

- Tudo bem. De acordo.

- Com o cumprimento da missão de Halkond, o pacto foi fechado. Imediatamente Azkelph trouxe alunos e aliados; enquanto as guildas Ranamat e 20 Horas uniram forças ao golpe, planejando e executando o golpe de Noak do qual todos tivemos notícias. Uma vez instituído o novo poder, Kokond partiu com os clãs para Klavorini Sul, deixando o irmão Halkond com Rubi e um aliado de Azkelph, Protages, no comando de Beniw. Por ser uma guilda enorme, só recentemente os Dessurdi confirmaram apoio aos Raxx. ...Zand?

Zand e Viex entram na sala e se sentam perto de Eve.

- Desculpem-nos pelo atraso. Tivemos alguns contratempos.

- Espiões infiltrados. - Viex completa -, mas fiquem sossegados que já está tudo sob controle. Podemos prosseguir com a reunião.

Punição

Flap, flap, flap... Como um metrônomo asas batem compassadas há longos minutos. No céu aquela criatura se desloca entre duas cidades distantes. Cidades estranhas, de uma terra estranha. O ar pesado, o céu está escuro em tons de cinza. As pessoas se matam lá embaixo por trocados, na esperança de poderem comprar aquilo de que nunca precisaram.

São cidades em ruína. A fumaça corrompe a atmosfera do planeta enquanto as invenções já corromperam o coração dos homens.

Em meio a esse caos e alheio a tudo isso, aquela criatura voa. Voa e já consegue ver a cidade, o que é espantoso se há tanto cinza no ar. Ele voa e sorri, levando nas mãos aquele globo, que traz de tão longe.

Suas roupas vermelha e branca em farrapos. Suas asas, que deixam suas costas e batem em um ritmo constante, parecem cansadas.

Logo vem a guarda da cidade. São serpentes que voam, têm chifres e asas. Elas não esperam: atacam.

Os olhos do viajante se concentram na presença da ameaça. São três serpentes. Com habilidade, ele movimenta as asas arremessando o corpo subitamente para cima. As serpentes se jogam no vazio que ele deixou, mas desviam e o seguem no seu vácuo.

Complementando seu movimento, ele mergulha surpreendendo os pequenos monstros com garras que cortam como navalhas.

O primeiro movimento lhe deu apoio para esse mergulho e, ao mesmo tempo, obrigou as serpentes a reduzirem sua velocidade. Agora, pedaços de serpentes se contorcem nos céus, em queda livre. Caminho livre.

E ele respira fundo, mas vai em frente. Ali está a cidade, sem saber de sua chegada.

Dos céus ele pode ouvir o som inconfundível das festas e cultos impuros. Franze a testa e segue em frente, com ainda mais determinação do que antes.

A praça principal da cidade está em festa. Comemoram alguma banalidade qualquer. O que seria desta vez? Aniversário de alguém ou de algum dia especial? Uma vitória na Arena? Política? Que importa? A criatura vem suavemente.

Do chão alguns ainda param para ver melhor. Aquele ser alado deslizando nos céus até a estátua do cálice de ouro, no topo da coluna, no meio da praça.

Quem vê demonstra a mais honesta alegria. Em suas mentes a incerteza do que veem. Seria uma criatura alada ou seria fruto de tudo o que vinham consumindo nos últimos momentos? Últimos momentos...

O globo é deixado no cálice e a criatura se afasta, rapidamente, seguindo o caminho contrário ao que a trouxe.

Fora da cidade, ela reduz a velocidade e gira no ar, virando-se de volta. E observa.

Flap, flap, flap... Observa.

Uma chama esfumaçada começa a aparecer. Ela cresce em espiral a partir da praça. Ela se expande em espiral, como uma bola de fogo amarrada ao centro, enrolada, girando presa pela corda e aumentando o raio por estar se desenrolando. Uma bola de fogo que deixa fogo por onde passa. Aquele disco de fogo aumenta até consumir toda a cidade.

E aquela criatura apenas observa.

Flap, flap, flap. E sorri. E acha aquilo lindo.

Então, dá as costas e volta para casa, bem mais lenta do que quando veio trazendo o globo. Agora volta levando a sensação de dever cumprido.

-- Cárlisson Galdino

A Lenda de Zelda... Williams!

Quando Marsha, esposa do famoso ator de comédia Robin Williams, estava grávida, o casal estava fascinado por um novo jogo de videogame. Assim resolveram homenagear o jogo em sua filha. Era The Legend of Zelda, para Nintendo Entertainment System.

Hoje, Zelda Williams é atriz, como o pai. Na verdade, aparentemente participando de alguns poucos filmes em que o pai atuou.

Como bem disse seu pai: "Poderia ter sido pior! Ela poderia ter se chamado Mario ou Luigi" kkkk Enfim, conheçam um pouco mais sobre Zelda Williams na entrevista:

Special: 

O Silmarillion, de J. R. R. Tolkien

O Silmarillion - Capa do livro

Para quem gosta do gênero de ficção conhecido como Fantasia Medieval, O Senhor dos Anéis é uma obra indispensável.

Ao tomar como base elementos do folclore regional, detalhando povos e seres, criando todo um novo mundo, J. R. R. Tolkien terminou escreveu essa maravilhosa obra, que é inegável influência para diversas histórias de hoje em dia. Histórias de cavaleiros, dragões, magia, espadas, monstros, princesas... Apesar de a obra de Tolkien não trazer todos esses elementos, toda a essência da Fantasia Medieval vem de lá.

Quem gosta de RPGs como Dungeons & Dragons e Tormenta; jogos como The Legend of Zelda, Final Fantasy e The Elder Scrolls; e até mesmo de jogos de estratégia, muito deve, direta ou indiretamente, a esse grande autor.  Escarlate não estaria de fora.

A saga do Senhor dos Anéis já é conhecida, tendo inclusive ótimos filmes a seu respeito. O Hobbit - história que antecedeu a saga em torno do Um Anel - não é tão conhecido, mas logo mais terá seu filme lançado.

Acontece que todos esses livros foram escritos e organizados por Tolkien, narrando aventuras. Em Silmarillion a coisa muda bastante. Primeiro que não existia o livro "O Silmarillion". O que existia era um conjunto de diversas histórias relacionadas à Terra Média, agrupados pelo filho de Tolkien em uma obra que nos apresenta melhor esse mundo fantástico. Se a Terra Média existisse, o Silmarillion não seria um Romance ou Novela, mas um livro de História.

Nele podemos ver desde a criação do mundo por Ilúvatar até eventos mais recentes. Nele temos resposta para perguntas e curiosidades como: por que os reis da linhagem de Isildur vivem tanto mais do que outros humanos? Como surgiram os humanos? Quem exatamente é Sauron? Como foram criados os anéis? Quem são os magos, que são tratados como uma espécie à parte das existentes? (esta última era uma curiosidade antiga minha. O livro parece não trazer resposta, mas não desista: quando vai se aproximando do final isso também é revelado). E várias outras perguntas além destas são respondidas.

Claro, tem o lado ruim: se você acha monótona a narrativa de Tolkien, quando ele para a história para entrar na Geografia, talvez não deva ler O Silmarillion. Se, por outro lado, você não se incomoda com isso, é mestre RPG, autor de Fantasia Medieval ou simplesmente adorou a história toda do Senhor dos Anéis, nem pense duas vezes antes de descolar o seu exemplar!

Special: 

Blogópolis #2

Moedas

Não devo ter falado ainda de bitcoin aqui no Bardo WS. Bitcoin é uma moeda alternativa, independente. Faz um tempo que li um bocado a respeito, embora hoje não me lembre tanto de detalhes. Há cotação, há site que converte quantias em outra moeda para bitcoin e há até mesmo forma de encomendar moedas físicas (com código correspondente ao valor que elas têm, para uso digital).

Ensaiei aderir ao bitcoin, mas esbarrei em alguns problemas: primeiro a dificuldade atual para converter (locais confiáveis), segundo a utilidade prática hoje - sites que aceitam bitcoin. Considero muito boa a ideia de uma moeda que (supostamente) foge do poder dos donos do mundo. Espero que vingue e espero que as coisas se simplifiquem e eu possa contribuir um pouquinho com isso no futuro.

O interessante é a notícia de garotas (e rapazes) tirando fotos sensuais e eróticas a troco de bitcoins. Seria esse um sinal de amadurecimento da moeda? O início do interesse de uma área tão lucrativa da Internet? Não sei, não sei. O que vocês acham?

 Eu Quero ir Junto - Talco e Show
http://www.talcoeshow.com/2012/05/eu-quero-ir-junto.html

http://vidadeprogramador.com.br/2012/05/07/mestre/ 

Foto original do post: Coins, de Jeff Hester

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