Atualizados: Firefox 18.0.1, LibreOffice 3.6.4, Qbittorrent 3.0.8, uGet 1.10.3, VLC 2.0.5, LibreOffice Magazine #02, Revista Espírito Livre #40, Revista Nintendo Blast #38, #39 e #40, Revista PlayStation Blast #6, #7 e #8
Este ano vocês terão a família Records do CyanPack, trazendo muitas mudanças. A mais significativa certamente é o abandono da versão em CD, o que permite aumentar a quantidade de aplicativos oferecidos. Banshee foi trocado por Miro e alguns outros programas foram acrescentados.
Cogitei substituir o Trisquel por outra distribuição, mas a candidata não atendeu às expectativas, de modo que continuamos com o Trisquel. Claro, o Trisquel personalizado para o CyanPack, incluindo a versão GNU/Linux dos mesmos aplicativos disponíveis para Windows no DVD.
Veio a pergunta: 32 ou 64 bits? Concluí que ainda há necessidade de instalação em computadores mais antigos, de modo que o Trisquel do CyanPack continua sendo o 32 bits. Por outro lado, a lista de pacotes acrescentados foi transformada em um metapacote debian (disponível para download). Se quiser a mesma seleção de programas do CyanPack em um Trisquel 64 bits, basta instalar o Trisquel 64 bits e depois instalar o pacote trisquel-cyanpack-5.5.
Lembra quando a Oracle comprou a Sun? Lembra quando eles quiseram engessar mais o já restrito OpenOffice? Lembra que criaram o LibreOffice como resposta e que a Oracle não teve mais o que fazer com o OpenOffice a não ser doá-lo à Apache? A história se repete (não exatamente igual, mas sinceramente não sei quais exatamente as semelhanças e diferenças), desta vez com o MySQL.
Começou a nova tendência de migração. O OpenOffice perdeu uma parcela significativa dos usuários, que migraram para o LibreOffice. Acredito que a tendência é acontecer o mesmo (se não pior) com o MySQL. Algumas distribuições já anunciaram a mudança, favorecendo o fork MariaDB.
Há 6 anos no Bardo WS: Vista Mau, por que não vale a pena o Windows Vista.
Se me restasse alguma coisa de memória Pintaria o seu retrato, seu naquele dia Pra quê eu não sei, talvez te oferecer Quem sabe aquele retrato tomasse vida
Quem sabe o Tempo com um pouco de compaixão Não traz de volta aquele singelo momento E pára tudo, como em um videocassete E cria um mundo onde só há lugar pra nós?
Quero ir embora, mas não sei pra onde Meu peito agita, mas não tem razão Não há lugar nem nada pra fazer
E assim distante, onde o Sol se esconde Tento só remontar meu coração Mas uns pedaços estão com você...
Enquanto a nova série não começa, que tal dar uma olhada nas séries anteriores?
Jasmim - quando a magia volta à Terra na década de 90, uma jovem russa, órfã e dona de um antiquário, parte em uma jornada para fazer o mundo voltar ao normal.
Escarlate - Seria só mais uma história de cavaleiro e dragão, não fosse o cavaleiro um ex-bardo e o dragão um antigo e mal resolvido caso de amor.
Escarlate II - Continuação direta de Escarlate, uma jornada em busca de vingança.
Escarlate III - Continuação direta de Escarlate II, fechando a trilogia. O que eram conflitos pessoais se tornam um guerra entre nações.
Há ainda dois romances antigos escritos por mim:
Marfim Cobra - A velha luta do "bem" contra o "mal". Neste caso, da justiça contra a destruição. Um deus maligno e um paladino... morto-vivo.
Os Guerreiros do Fogo - Um monstro de pedra e gelo aterroriza Kairot. Quatro amigos terminam se tornando os heróis que iriam enfrentar o monstro e tentar dar fim ao terror que ele traz.
E mais três histórias sendo escritas:
Sinas - Copos e Minas - Uma história louca em um 2016 paralelo, onde computadores não são ferramentas apreciadas. Um estranho viajante leva um poeta e seus amigos para um mundo estranho e perigoso.
Warning Zone - Um acidente numa empresa de tecnologia termina gerando super-poderes. O casal Pandora e Darrel lutam para evitar que Oliver e os outros "dominem o mundo".
Redblade - Europa sendo destruída por forças sobrenaturais. Sempre com mortos-vivos à espreita, um grupo de aventureiros de diferentes nações tenta descobrir o que aconteceu ou, pelo menos, sair vivo.
E em breve, Agenda Mundial! Aproveitando... Foi criado um forum para discutir informações dos bastidores. Se você foge de spoilers como o diabo foge da cruz, nem apareça por lá. Se quiser trocar ideias e ajudar a construir a próxima série do Bardo WS, apareça sempre por lá! :-)
Existem jogos que revolucionam, que criam tendência. A Nintendo é fera nisso. Se você analisar bem, mesmo o Nintendo 64 não tendo sido o sucesso que poderia (a velha história dos Cartuchos X CDs, da entrada da Sony, etc), ele deixou um legado que não tem preço. Um exemplo é a mecânica de aventura tridimensional de The Legend of Zelda: Ocarina of Time. Outro é Super Smash Bros.
A ideia foi bem infantil: vamos juntar os personagens da Nintendo - de diversos jogos - em um só jogo de pancadaria! Por que infantil? Porque uma criança normal não se importa que o Mario, o Ben 10, o Batman e Bob Esponja não existam em um mesmo mundo. Se ela tem bonequinho dos quatro, ela brinca de boa com os quatro numa história só! Então no Super Smash Bros temos personagens tão distantes quanto Mario, Pikachu e Link, lutando em cenários dos vários jogos de seus próprios mundos.
Como algo infantil, o jogo teria que trazer uma mecânica bacana, se levando menos a sério do que os jogos de luta habituais. Tinha que ser divertido. Então vamos rever os golpes. Pra que aquelas combinações malucas de girar o direcional até a morte e apertar vários botões? De que controles um jogo de luta precisa? Resposta: movimento, pulo, agachar, agarrar, defesa, golpe simples e golpe especial. Só. Em Super Smash Bros, há dois botões de golpes: um para golpe simples outro para especial. Se o botão é apertado quando o personagem está no ar ou em combinação com alguma direção (direcional para baixo, para frente ou para cima), um novo golpe aparece. Todos os personagens funcionam assim, mudando apenas os golpes (principalmente os especiais). Isso simplifica muito as coisas.
Uma das coisas mais divertidas em jogos como Mario são as famosas Power-ups, os itens. Então por que não botá-los no jogo também? Feito! Você encontra desde cogumelos até pistolas laser e sabres de luz, além da temível marreta (aquela que o Mario usava no Donkey Kong, lembra?). Ah, e tem o globo com o símbolo do jogo, a smash ball, que quando é quebrado libera um super-especial.
Não é divertido o bastante? Ah, então vamos colocar quatro lutadores de uma vez na tela, na maior pancadaria! Bagunçado e divertido! Ah, mas quando a gente perder vai ter que esperar a luta acabar pra jogar de novo... Não! A contagem não é feita com uma barra de vida como nos jogos de luta tradicionais, mas com uma porcentagem que aumenta a cada golpe recebido (é como se fosse a chance de você voar/perder-uma-vida em um único golpe). Quando você perde, você é arremessado para longe do cenário e reaparece no centro. Ganha quem arrancou mais vidas de adversários. Simples e sem filas de espera.
Parece bacana? E se eu disser que esses elementos estavam no primeiro Super Smash Bros, ainda para Nitnendo 64?
O Super Smash Bros Brawl, terceiro jogo da franquia, consegue ser ainda mais incrível. Além do visual excelente (Wii não é full-HD, mas o jogo é muito bonito), há muitos lutadores e muitos troféus e prêmios na forma de músicas de trilha sonora de uma infinidade de jogos. Temos o treinador pokémon, que joga com Bulbasauro, Wartortle e Charizard; temos os lutadores Pikachu e Lucario; temos Fox e Falcon do Starfox; Zelda, Link, Olimar (Pikimin)... Temos o divertidíssimo Mr Game & Watch! E os convidados especiais Snake (Metal Gear Solid) e Sonic! Esqueci algum? Com certeza! A lista de lutadores é enorme.
Tá, mas ainda não acabou! No Brawl, a Nintendo provou que sua mecânica de combates funciona muito bem no estilo Beat 'em up. O modo história do jogo é bem longo e, como todo o restante, divertido pra caramba! Permite dois jogadores nesse modo. A história é intercalada por cutscenes curtas, narrando muito bem a história sem qualquer diálogo! Nenhum texto. Bastam expressões corporais e gestos dos personagens para ficarmos por dentro de todos os acontecimentos e vibrarmos com o enredo feito por Kazushige Nojima, escritor da série Final Fantasy.
É, não preciso dizer que esse jogo é indispensável para quem tem um Wii. Enquanto a Sony mais uma vez copia a Nintendo, com seu All Star Battle Royale, acredito que todos os que jogaram o Super Smash Bros Brawl estão ansiosos para ver o que a empresa do Mario está aprontando para trazer a franquia pro 3DS e o Wii U. Resta aguardar.
O Firefox (ou Abrowser ou Iceweasel ou...) é um navegador legal, mas há uma coisa nele que me incomoda um pouco: o lance de abrir novas abas ao lado da atual. Isso tem suas vantagens, por agrupar melhor as abas por assunto, mas eu me acostumei a trabalhar com "filas de abas" ao invés disso.
Oh, e agora quem poderá nos defender? O about:config!
Se você tem esse mesmo "problema", a solução é bem simples:
Abra uma nova aba, digite about:config e dê Enter;
Diga ao Firefox que você sabe o que está fazendo e que não vai fazer nenhuma besteira (e é bom não fazer mesmo);
Na opção de procura da tela que vai abrir digite browser.tabs.insertRelatedAfterCurrent
Basta dar um duplo clique na opção com esse nome que você procurou e ela vai verter de True para False.
Pronto! Abra novas abas à vontade a partir de links para testar! Comigo funcionou.
Bomberman nasceu em 1983, ou seja, é uma das franquias que completa 30 anos este ano. Partindo de uma mecânica simples, com desafios progressivos, Bomberman cresceu e, apesar de não ter havido tantas inovações quanto a série merecia nesses 30 anos, sobreviveu, pelo menos até 2012.
Foram mais de 60 jogos lançados, para os mais variados consoles, sejam de mesa ou portáteis, incluindo PC, Facebook e celular.
Infelizmente ano passado a Hudson (empresa criadora do Bomberman) fechou. Nem tudo está perdido: ela foi fagocitada pela Konami. Será que o Bomberman ainda volta?
Pensando bem, é até incrível que a Hudson tenha vivido tanto, já que Bomberman era aparentemente sua única franquia significativa...
Bom, como a mecânica é simples e divertida, o pessoal adora reimplementar, fazendo seu próprio Bomberman. Olha o que existe de software livre:
Das últimas oficiais, conheci a Bomberman Blast e achei muito boa, apesar de não ter modo história. Mas permite até 8 jogadores (mesmo localmente!) É uma bagunça só, mas é aí que mora a diversão!
Os blogs de tirinha nem sempre publicam só tirinhas... O Um Sábado Qualquer, por exemplo, está numa campanha Jesus sorria mais, enquanto o Vida de Programador apresentou o Magazine Você, que é uma ideia bem bacana.
O Pensador Louco, por outro lado, começou uma série de indicações de filmes. Apesar de me faltar tempo para ver filmes (e sobrar filme para gastar tempo) e de o gênero não ser o meu favorito, eu torço para que a coluna continue. O texto da recomendação do primeiro filme está bacana e, o melhor de tudo, o filme já está em domínio público e o post traz link para download e legenda (sem peso na consciência)!
Há dois anos eu apresentava o F-Droid, repositório livre para Android