29 jun 2015

Informativo ACALA 2015

Submitted by bardo

No aniversário da ACALA deste ano foi lançada a nova edição do informativo ACALA. O informativo é lançado anualmente e já teve um tanto de edições. Nele, são apresentados artigos escritos por acadêmicos da Academia Arapiraquense de Letras e Artes. São crônicas, contos, poesias... O informativo é distribuído gratuitamente.

A novidade é que esta edição está publicada também em formato digital. Se quiser conferir os artigos publicados (incluindo um artigo meu), vejam lá no Youblisher.

Special: 
11 mar 2015

Na última segunda-feira foi ao ar a segunda e última parte da conversa sobre impeachment no Politicast. Se você ainda não ouviu, dá um pulinho lá! Os episódios estão sendo publicados em MP3, OGG e ZIP.

Sobre a lista de Janot, parece que "os donos do país" querem botar à força o nome da presidenta. Lá no Politicast também tem um artigo de opinião tratando disso.

Fiquei curioso com isso de que foi pedido arquivamento do nome da Dilma na Lava Jato, pois foi divulgada no Congresso em Foco a lista de todos os que devem ser investigados, juntamente com os pedidos de arquivamento por indícios insuficientes. Entre estes últimos, está Aécio e não está Dilma.

Pesquisando, encontrei alguns blogs que falam que foi feito esse pedido de arquivamento dela com base na Constituição, já que a acusação que ela sofreria dizia respeito ao período anterior à primeira posse como presidenta.

Encontrei a fonte disso tudo: um artigo do Estadão publicado no dia 5.

Continue lendo no Politicast.

3 mar 2015

Visitem politicast.info

Um dos projetos que tinha para este ano está começando a acontecer: um podcast sobre notícias e opinião, tratando de política de uma maneira própria, tentando enxergar os acontecimentos e notícias com a sensatez que pudermos.

O primeiro episódio já está no ar e traz a primeira parte da discussão sobre impeachment. O audio não está tão bom, mas acho que vale a pena uma ouvida pela discussão.

Politicast está sendo conduzido por Cárlisson Galdino e Sivaldo Paulino e está acessível em politicast.info. Não deixem de visitar e opinar!

19 fev 2015

CorvolinoPunk publicou um texto em seu site intitulado Porque o meu pai não se importa com a filosofia do Software Livre. Comecei a escrever um comentário, mas como foi ficando extenso demais, mudei de ideia e resolvi publicar no Cordeis.com como um post.

Vamos começar com um comentário publicado lá, escrito por lulumar:

Saudações … a primeira ajuda que o Software Livre precisa receber, é da própria Free Software Fundation, do Sr. Stallman

Ele precisa parar de apoiar o “software livre comercial”, pois fere a primeira regra do software livre que ele mesmo defender, a “liberdade 0″, que diz: “um software é livre se puder executa-lo para qualquer propósito”

Ora, um software comercial só pode ser executado se for pago, e quem não puder ou não quiser compra-lo, não pode executa-lo.

O argumento que software livre não é cerveja grátis, é hipócrita. O que tem que ser vendido é o serviço, não o software, ou ele não é livre.

Deixem de ser falsos e admitam a hipocrisia. Nenhuma empresa abrirá seus codigos-fonte para outros empacotarem e ganharem dinheiro, sem repassar nada, pois isto é assinar atestado de burrice.

A licença de software se aplica a quem o licencia. Um software livre comercial não tem compromisso com quem não seja cliente direto. O que muda é que qualquer cliente direto, ou seja, licenciado, tem as 4 liberdades sobre aquele projeto, o que inclui acesso ao código. O conceito de Software Livre está muito bem fundamentado, desde sua origem. Quem não for licenciado não tem. Disso decorre o problema onde cada cliente pode se tornar um concorrente direto, simplesmente revendendo ou liberando o software. Isso ocorre devido à consolidação da Internet e não por "fragilidade" de conceitos.

De qualquer forma, mais importante para o Software Livre é a discussão sobre o direito de acesso ao código-fonte de aplicativos que utilizamos e não (como era a discussão) dos que instalamos. Para esse outro ponto é que existe a licença AGPL.

Quanto ao texto, discordo quando diz que "software livre não está preparado para essas pessoas". Quando falamos de movimento social, esse tipo de usuário realmente não se importa com Software Livre, mas pode ter uma abordagem Open Source, que já é alguma coisa. Desde que GNU/Linux aprendeu a reconhecer e instalar impressoras automaticamente e a montar pendrives, o GNU/Linux está pronto para o usuário final, o problema sempre foi administrar.

Meus irmãos e meus pais utilizam GNU/Linux sem problemas (sem se importar com a discussão Software Livre X Open Source). Meus irmãos, em particular, utilizam há anos, desde crianças, e, quando foram para seus próprios computadores, preferiram GNU/Linux. Não se pode dizer que foi por "ser o que conheciam". Durante toda a vida escolar, na universidade e na casa de colegas geralmente só se usa Windows. Foi realmente uma escolha e nenhum deles é da área de tecnologia.

É injusto criticar usabilidade do GNU/Linux quando se quer que usabilidade esteja fortemente ligada ao Windows. Era comum antigamente reclamarem que GNU/Linux era difícil demais porque o usuário precisava entender de particionamento para instalá-lo. É incrível como esses críticos não percebiam que a dificuldade aí não era do GNU/Linux, mas sim de instalar e manter no computador mais de um Sistema Operacional instalado. Mesmo há 10 anos, instalá-lo em um computador para ser o único sistema, sem se importar com o que estava no HD antes, já era totalmente trivial.

Pra concluir, sobre o "ter que contribuir" com projetos de Software Livre, este é um ponto muito particular e está direcionado, a meu ver, ao militante de um modo geral (assim como as críticas do anahuac). Seria incoerente exigir que todos os usuários colaborassem, mas é perfeitamente compreensível pedir (cutucando, como se faz, não exigindo) que usuários avançados, especialmente programadores divulgadores, contribuam de alguma forma; ou que grandes empresas apoiem financeiramente os projetos de softwares que utilizam e dos quais tiram grande proveito. Misturar usuários leigos recém-ingressos nessa cobrança realmente não faz o menor sentido (e até hoje não lembro de ter visto alguém fazê-lo).

-- Cárlisson Galdino

24 jan 2015

Quando se fala que a grande mídia brasileira constitui um quarto poder e que eles manipulam a informação descaradamente, sinto como se os mais jovens vissem nisso alguma "teoria da conspiração". Infeliz e tragicamente, não é.

Minha percepção dessas distorções vem da época em que cursei universidade, por volta da virada do milênio. Lembro quando estava envolvido e empolgado com a causa do Software Livre e saiu na Veja matéria para desmerecer a solução. Baseada em opinião, mas opinião de gente "desinformada", apresentada como fato. Daí, temos greves nas universidades e nenhuma cobertura na imprensa. Isso para citar alguns casos, mas o resumo é o seguinte: quando estamos em uma realidade bem específica e a grande mídia trata essa realidade de uma maneira injusta (seja omitindo fatos relevantes ou distorcendo informações) é que percebemos o que acontece com a grande mídia no Brasil. A maioria dos que denunciam essa postura da grande mídia o fazem por ter vivenciado situações assim. Isso não é de agora e nunca parou, pelo contrário, com o medo da Regulação e com o oportunismo em torno do atentado ao Charlie Hebbo, eles estão mais manipuladores do que nunca!

Sobre o Charlie Hebbo, cabe um comentário rápido. A Revolução Francesa foi um evento de enorme impacto na história da França e do mundo. Não gosto da linha de humor do Charlie Hebbo, considero ofensiva e de mal gosto, mas creio que a visão que eles tenham de Liberdade exige que opinião desse tipo seja respeitada. Posso estar errado quanto a isso, mas para mim isso explica tal permissividade. Na minha opinião, o que houve foi a junção de duas "forças naturais". Como censurar a crítica à religião em um país que fundamentou os princípios de Liberdade, Igualdade e Fraternidade se libertando da Monarquia, da Nobreza e da Igreja? Como evitar que extremistas religiosos revidem a ações que eles consideram insuportavelmente desrespeitosas? Este é um ponto.

A despeito disso tudo, o que está havendo no mundo (principalmente no Brasil) é uma onda oportunista que tenta trazer a comoção em torno do Charlie Hebbo para a bandeira da Liberdade de Imprensa. O que houve na França foi terrível, mas foi um atentado pontual em resposta a uma ofensa, não foi uma "tentativa de calar a imprensa". No máximo, foi um alerta exigindo respeito com o que é sagrado para eles.

Mas voltemos à regulação da mídia. Luis Nassif tem um conjunto de artigos muito reveladores sobre a Veja, que ele reuniu no que chamou de Dossiê Veja. Partindo para a Globo, temos uma emissora de TV que nasceu e cresceu absurdamente na época da (e devido ao apoio à) Ditadura Militar. Quando tive conhecimento dessa parte de sua história, tive resposta para uma dúvida que trazia desde a adolescência: por que a Globo controla tanto sua equipe, de modo que ninguém cita outras emissoras, mesmo em notícias relevantes? É como se eles não reconhecessem a existência das outras. Isso não é apenas curioso, mas assustador: se uma emissora tem controle da informação a ponto de fingir para o seu público que não existem outras, que outro tipo de manipulação/omissão/distorção eles serão capazes de fazer (com maestria) sempre que lhes for conveniente? O documentário Muito além do cidadão Kane é outro material que fortemente recomendo.

Sabe o que é engraçado? Os grandes veículos de mídia esperneiam diante da possibilidade de uma regulação, evocando a liberdade de imprensa, quando são eles que mais movem protestos contra blogueiros. Curioso, não?

Deixando um pouco as emissoras e revistas, temos outro problema sério no Brasil: a Constituição proibe que políticos sejam donos de veículos de informação, mas na prática uma grande porcentagem dos que nos representam em Brasília quebra essa regra. Lembre-se das famílias Magalhães (Bahia), Sarney (Maranhão) e Mello (Alagoas), só para citar alguns.

A grande verdade é que no Brasil não temos liberdade de imprensa, mas sim um "monopólio de informação e opinião", restrito a algumas poucas famílias, que fazem parte das mais ricas do Brasil. E a coisa só piora. Se não conseguirmos aprovar a regulação da mídia, sabe lá onde vamos parar...

Atualização: vejam, num caso mais atual, a cobertura dada pela Globo sobre a falta de água em São Paulo.

Special: 
19 jan 2015

Mudanças para 2015

Submitted by bardo

Financial crisis

Boa noite a todos os que ainda acompanham este blog quase parado. O ano começou agora e trago muita coisa de 2014 para concluir e outras novas para começar. Vejamos:

  • KidCoder - o nome final provavelmente não será esse. É o projeto para o mestrado, um serious game que crie um ambiente de prática para Programação. Como criar um jogo é tarefa muito grande, não será concluído como eu gostaria, não em poucos meses, mas pretendo ter uma versão simplificada "prova de conceito", como um protótipo jogável, sobre o qual possam ser feitos experimentos.
  • Migração de hospedagem - estou deixando a Dreamhost pela A2 Hosting. Queria mudar para uma hospedagem "mais normal", que utilize cPanel. O sistema da Dreamhost tem seus pontos fortes (servidores Jabber, git, isolamento melhor de domínios adicionais...), mas tem pontos fracos também. Meu novo cPanel tem Softaculous, que é algo de que sentia falta na Dreamhost. A escolha do novo serviço poderia ser para quase qualquer um (cPanel está amplamente presente por aí), mas escolhi o a2hosting pela recomendação do site do OwnCloud. Vamos ver como se comporta.
  • Android é um mundo. De volta com um celular Android (um Positivo YPY), já estou com uma série de aplicativos instalados. Alguns essenciais, outros maravilhosos, mas que na prática nunca uso (nem sei se vou acabar usando). Depois escrevo um post com recomendações. Entre os livres e os que não.
  • Mudança para site estático - não sei se é "influência" de podcasters (Castalio e Hack'n'Cast), mas comecei a pesquisar mais sobre os geradores de sites/blogs estáticos. Com um desses ao invés de um CMS, você transfere a inteligência/gerenciamento do seu site para sua própria máquina pessoal, facilitando a hospedagem, migração, etc, inclusive no que diz respeito a consumo de recursos do serviço contratado (RAM, processamento...), além de despreocupação com atualizações pra correção de bugs, etc. Para mim, uma vantagem especial é que minhas poesias e contos eu tradicionalmente escrevo em texto plano, para arquivo pessoal. Seria bem mais simples publicá-los. Ainda não sei se vou mudar, mas se mudar creio que leve um bom tempo. Estou de olho no Nikola, qualquer avanço eu comunico a vocês.
  • "Isso, isso, issuu..." Publiquei meus cordéis, livros digitais e edições do CyanZine no Issuu. É uma plataforma interessante, mas preciso fazer como a turma da Revista Nintendo Blast e arrumar um jeito de publicar coisas em mais de um lugar, ter um outro cando para colocar o PDF, de onde os usuários possam baixar com facilidade e eu possa saber quantos downloads tive. Você usa issuu? Prestigie lá minhas publicações!
  • Uma revista e um podcast - não sei bem quando vou ter tempo para isso, mas pretendo este ano fazer um podcast sobre política e opinião; e uma revista digital. A ideia de revista é uma ideia que não morreu ainda. Começou com o CyanZine, depois virou Blogópolis, daí N-Bardo. Ainda não sei o nome da próxima encarnação da ideia, mas o mais provável é que eu a lance como mais um projeto individual, porém com planos de expansão gradual da equipe.

Vamos ver o que conseguiremos construir neste tal de ano novo... :-)

Special: 
8 dez 2014

Firefox OS, um ano depois

Submitted by bardo

A raposa largando da Terra...

Há quase um ano eu adquiria o LG Fireweb, smatphone da LG que trazia o Firefox OS como Sistema Operacional. Recentemente deixei o dispositivo de lado, cansado dos obstáculos que seu uso trazem. Aqui vou falar um pouco do porque.

Primeiro, continuo achando o Firefox OS uma ideia excelente. O HTML 5 é realmente uma boa saída para a pluralidade de dispositivos. O lado negativo é que, para aplicativos Marketplace, você precisa ter o Firefox rodando no dispositivo alvo (seja sistema Android ou o que for). O lado bom é que, para boa parte dos casos, não é preciso que o aplicativo seja um apk do Firefox OS: ele pode ser simplesmente um aplicativo web, focando um browser genérico. E o HTML 5 vem crescendo mais e mais.

O conjunto de aplicativos disponíveis, apesar da clara carência de apps de algumas categorias, traz alguns muito bons. Ele já vem com um programa de agenda com suporte a CalDav; tem funcionalidade de compartilhar a internet, tanto via USB (que é totalmente plug'n'play em GNU/Linux) quanto via Wifi. São dois dos pontos mais interessantes, a meu ver, mas vamos aos problemas.

O primeiro problema é um simples de entender: falta uma área de transferência. Ter que digitar textos longos em duplicidade ao invés de simplesmente copiá-los de um aplicativo para outro, por exemplo, é algo que irritaria qualquer usuário de desktop. O que dizer então quando falamos de um dispositivo cujo teclado é virtual?

Outro ponto negativo é o cliente de email. O programa, que deve ser bastante competente, tem um bloqueio para servidores de email com certificado SSL autoassinado. Entendo que isso foi feito pensando no usuário leigo, de modo a evitar que se arrisque, mas o que faço eu que utilizo um domínio próprio em hospedagem paga, cujo certificado pode ser comprado, mas a um valor um tanto salgado (para quem quer apenas acessar a própria conta de email)?

A integração de aplicativos com o ambiente ainda está falha. Não sei o quanto deste problema é dos aplicativos e o quanto é do ambiente, mas eles não estão tão entrosados assim. Isso só é realmente necessário em programas de mensagem instantânea, leitores de notícias e programas desse tipo. Para programas assim, é altamente desejável (e esperado) que eles possam ser iniciados automaticamente junto com o Sistema Operacional e nos notifiquem sobre qualquer mensagem chegada (ou ação equivalente).

Outro ponto chato é a falta de poderes que o usuário tem de personalização. Nem mesmo o toque do celular pode ser trocado por um personalizado. Não falo de uma troca meramente, pois ele oferece um leque de toques para escolha, porém não permite que o usuário defina um MP3 ou OGG como o toque.

E, claro, tem os aplicativos. Não há ainda um cliente SIP/Voip. Vários aplicativos são lançados mundo afora (inclusive pelos órgãos do Governo Federal) como se só existissem Android e iPhone no mundo. A percepção da necessidade do uso de HTML 5, creio, só virá quando outros sistemas chegarem ao mercado (ou se, por alguma eventualidade, o Firefox OS crescer assustadoramente em adoção). Claro, isso considerando que eles não trarão truques que permitam rodar aplicativos Android...

Ah, mas há ainda um ponto terrível! A experiência de uso do browser do Firefox OS é muito inferior à experiência de uso do Firefox for Android. O segundo oferece sincronização de dados, suporte a extensões, navegação privativa, enquanto o primeiro não permite sequer escolher qual a ferramenta de busca padrão. Essa falta de recursos é lamentável e, para um usuário antigo do Firefox e que escolheu a plataforma não pela economia mas por ela em si, isso pesa bastante!

Por essas coisas que deixei o Firefox OS de lado, mas o pior é que não só por isso. Alguns desses problemas, sei, já foram até corrigidos em versões posteriores do sistema; com outros dá pra conviver. O principal problema foi fruto da forma como o sistema chegou, ao menos no Brasil (ao menos com a LG). Apesar de o Firefox OS estar na versão 2.1; de ter como última versão estável lançada a 1.4; o Fireweb trouxe a versão 1.1 e a mantém até hoje. A versão 1.2 foi lançada há quase exato 1 ano (9 de dezembro)! Mas a LG não parece ter interesse em atualizar o sistema. Uma simples mensagem que mandei perguntando sobre a atualização levou meses para ser respondida.

Acho que a Mozilla se precipitou no lançamento do Firefox OS, confiando na boa vontade dos parceiros, que não poriam dificuldades para manter o sistema dos clientes atualizado. O compromisso de "repassar as atualizações para os consumidores no máximo 6 meses após a nova versão ser lançada" não está sendo cumprido (e lá se vai um ano). Espero que o plano de a própria Mozilla coordenar as atualizações vingue, pelo bem do sistema, para que não morra na praia.

-- Cárlisson Galdino

P. S.: Mantendo um pouco de "underground", meu novo celular é um Positivo e, até o momento, não tenho do que reclamar. Talvez futuramente veja se há jeito de mudá-lo pra Replicant ou CyanogenMod, mas por enquanto deixa quieto...

P. S. 2: Imagens originais: Earth e Fox.

23 nov 2014

1pouco+ 0 - Operação Lava Jato

Fiz um mapa conceitual nesta possível nova sessão do Cordeis.com, explicando um pouco sobre a Operação Lava Jato. Tentarei, nesta sessão, trazer uma imagem ou uma estrofe de martelo agalopado (ou os dois, como aconteceu hoje). Cliquem na imagem para ver o mapa inteiro ou cliquem na imagem nos anexos, mais abaixo.

Roubalheira é um câncer no Poder
Que faz nosso país passar tão mal
É preciso mudança estrutural
Na política, em como proceder
Desse mal não é pro Brasil morrer
Há quem torça pro pior, bem feliz
Uma elite que escolhe o que diz
Uma imprensa que só mentiras traz
É preciso aprender 1pouco+
Pra mudar mais e mais nosso país

  • Brasil 247 [1]
  • Carta Capital [1] [2]
  • Congresso em Foco [1] [2]
  • Diário do Centro do Mundo [1]
  • Folha [1]
  • O Globo [1]

P. S.: Ainda estou testando o formato...

16 nov 2014

Último dia 12 Gregorio Duvivier deu uma entrevista coletiva antes da Feira do Livro de Porto Alegre. Partes da entrevista foram publicadas pela Radio Software Livre. Nela, dois pontos interessantes e que batem com a forma como vejo as coisas há muito tempo:

  • Patrulha do  Politicamente correto. Perguntaram o que ele achava do movimento que fala de uma "patrulha do politicamente correto". O que ele diz resume brilhantemente tudo: "Quem reclama do politicamente correto em geral não são as vítimas do politicamente incorreto. Dificilmente você vai ver um negro dizendo que tem saudades da época em que faziam piadas racistas com ele. 'Ah, que saudade da época que me chamavam de crioulo', você não vai ver isso. Quem tem saudade é o branco, heterossexual, morador do sudeste, homem, que vai dizer 'saudade da época que podia zoar todo mundo'. Quem reclama da patrulha não percebe que não é uma patrulha, é um processo de conscientização, evolutivo, civilizatório do humor que está acontecendo."
  • Política.  "A gente parar de encarar a política como um lugar que você vota e responsabiliza alguém pra lutar por você por quatro anos."

Apesar de o audio ser curto, outros pontos são tratados e vale a pena acompanhar.

Special: 

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